terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Esse negócio de infidelidade... nunca mais

Para todos quantos estamos procurando viver para a glória de Deus: precisamos crer de fato na fidelidade de Deus. Nós adoramos o Fiel, o Deus que não pode mentir, aquele que não pode deixar de cumprir as suas promessas. Portanto, devemos agir com base nessa verdade. Não apenas nas horas em que tudo corre bem aos nossos olhos, mas, especialmente, nos momentos de provações, de angústias e dificuldades. "Fiel é o que vos chama, o qual também o fará" (1 Ts 5.23-24). "Aquele que começou boa obra em vós, há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus" (Fp 1.6). Ele não esquece o seu povo. A sua "fidelidade estende-se de geração em geração..." (Sl 119.90).

Deus nos livre daquela preocupação excessiva, da ansiosa solicitude pela vida, dos cuidados do mundo, da perspectiva sombria quanto ao futuro, da murmuração, enfim, da desconfiança na sua fidelidade. Que pela sua graça, perseveremos firmes como quem vê o invisível, alicerçados na rocha eterna da fidelidade de Deus. Ana, mãe de Samuel, na sua angústia confiou no Senhor, e depois pôde cantar: "não há santo como o Senhor; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus" (1 Sm 2.2). "As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!" (Sl 19.14)

Para os descrentes, uma palavra de advertência: Deus é fiel também na execução dos seus juízos. Aqueles que não se refugiam em Cristo estão expostos à sua ira, que se revela dos céus contra toda impiedade e perversão dos homens que trocam a verdade de Deus em mentira, e não glorificam a Deus por causa da excelência dos seus atributos (Rm 1.18). Deus não pode ter por inocente o culpado, a não ser que a este seja imputada a justiça de Cristo.

Paulo Anglada - Soli Deo Gloria

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